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Dicas: Entendendo o Rótulo dos Alimentos

Você sempre fica em dúvida na hora de realizar suas compras? Como escolher o cereal mais rico em fibras? Qual produto é o menos calórico? A maioria da população brasileira entende pouco o que dizem as tabelas de informações nutricionais dos alimentos. É importante conhecer a composição dos alimentos que serão consumidos observando o rótulo contido na embalagem.
A informação nutricional do alimento mostra as quantidades de macronutrientes, fibras, entre outros, em gramas por porção do alimento. Os nutrientes cuja declaração é obrigatória são:
– Carboidratos: são os componentes dos alimentos cuja principal função é fornecer a energia que nosso corpo precisa para realizar as atividades físicas e mentais. São encontrados em maior quantidade em massas, arroz, açúcar, pães, farinhas, e doces em geral. Em uma alimentação equilibrada, a quantidade recomendada desse nutriente corresponde a 60% do valor calórico total diário, ou seja, 300 g.
– Proteínas: são os componentes dos alimentos necessários para formação e manutenção dos nossos órgãos, tecidos e células, possuindo funções estruturais, de defesa e enzimáticas. Encontramos nas carnes, ovos, leites e derivados, e nas leguminosas, como feijão e soja. É recomendado ingerir 75 g desse nutriente, ou seja, 15% do valor calórico total diário.
– Gorduras totais: ajudam na absorção das vitaminas lipossolúveis A, D, E e K e no controle da temperatura do corpo. As gorduras totais referem-se à soma de todos os tipos de gorduras encontradas em um alimento (saturadas, insaturadas e trans). A recomendação é de 55 g ou 25% das calorias.
– Gorduras saturadas: é um tipo de gordura necessária em pequenas quantidades e está presente em alimentos, como: coco, carnes, produtos de laticínios, dentre outros. O consumo desse nutriente deve ser moderado, pois quando consumido em excesso, pode causar obesidade e aumentar o risco de desenvolvimento de doenças do coração. Em uma dieta equilibrada a quantidade de gordura saturada deve estar numa proporção abaixo de 10% do valor energético diário, ou seja, 22 g.
– Gorduras trans: tipo de gordura encontrada em grandes quantidades em alimentos industrializados, sendo formada por um processo de hidrogenação natural ou industrial. É utilizada para melhorar a consistência e, ou aumentar a validade de alguns produtos, como exemplo: margarinas, biscoitos amanteigados, sorvetes, produtos de panificação, alimentos fritos e outros. O consumo desse tipo de gordura deve ser muito reduzido, considerando que o nosso organismo não necessita desse tipo de gordura e ainda porque quando consumido em excesso, pode aumentar o colesterol total e o colesterol ruim (LDL), diminuir o nível de colesterol bom (HDL) aumentando o risco de doença cardíaca.
– Fibra alimentar: é classificada em solúvel e insolúvel, não fornece calorias e contribui para o bom funcionamento do intestino. As fibras estão presentes em diversos tipos de alimentos de origem vegetal, como aveia, frutas, hortaliças e alimentos integrais. É recomendado consumir 25 g de fibras por dia.
– Sódio: está presente no sal de cozinha, alimentos industrializados, como refrigerantes, doces, salgadinhos, dentre outros. Não fornece calorias. O sódio contribui no controle de água no organismo, participa da condução de impulsos nervosos e contrações musculares. Uma alimentação equilibrada deve conter, no máximo, 2.400 mg de sódio por dia.
– %VD (porcentagem do Valor Diário de referência): reflete a porcentagem de energia e nutrientes que aquela porção de alimento fornece, baseando-se em uma dieta de 2000 calorias diárias.
Outros nutrientes podem aparecer opcionalmente na tabela, como cálcio, ferro, vitaminas, açúcares (fração dos carboidratos), etc. Quanto mais informação, melhor será para escolher.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já lançou uma cartilha que esclarece as dúvidas sobre o assunto. Decifrar o que dizem os rótulos pode fazer diferença entre levar uma vida saudável ou não.

http://www.saude.mg.gov.br/publicacoes/comunicacao-e-educacao-em-saude/cartilhas/guia_bolso%20do%20consumidor%20saudavel.pdf

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